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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

violência doméstica

Violência doméstica é a violência, explícita ou velada, literalmente praticada dentro de casa ou no âmbito familiar, entre indivíduos unidos por parentesco civil (marido e mulher, sogra, padrasto) ou parentesco natural pai, mãe, filhos, irmãos etc.[1] Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, maus-tratos contra idosos, e violência contra a mulher e contra o homem geralmente nos processos de separação litigiosa além da violência sexual contra o parceiro.
Pode ser dividida em violência física — quando envolve agressão directa, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objectos e pertences do mesmo (patrimonial); violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaças, gestos e posturas agressivas, jurídicamente produzindo danos morais; e violência sócio-económica, quando envolve o controle da vida social da vítima ou de seus recursos económicos. Também alguns consideram violência doméstica o abandono e a negligência quanto a crianças, parceiros ou idosos. Enquadradas na tipologia proposta por Dahlberg; Krug, [2] na categoria interpessoais, subdividindo-se quanto a natureza Física, Sexual, Psicológica ou de Privação e abandono. Afetando ainda a vida doméstica pode-se incluir da categoria autodirigida o comportamento suicída especialmente o suicídio ampliado (associado ao homicídio de familiares) e de comportamentos de auto-abuso especialmente se consideramos o contexto de causalidade. É mais frequente o uso do termo "violência doméstica" para indicar a violência contra parceiros, contra a esposa, contra o marido e filhos. A expressão substitui outras como "violência contra a mulher". Também existem as expressões "violência no relacionamento", "violência conjugal" e "violência intra-familiar".
Note que o poder num relacionamento envolve geralmente a percepção mútua e expectativas de reação de ambas as partes calcada nos preconceitos e/ou experiências vividas. Uma pessoa pode se considerar como subjugada no relacionamento, enquanto que um observador menos envolvido pode discordar disso.
 
Muitos casos de violência doméstica encontra
m-se associados ao consumo de ál
Mulher no hospital depois que o marido dela a espancou
e drogas, pois seu consumo pode tornar a pessoa mais irritável e agressiva especialmente nas crises de abstinência. Nesses casos o agressor pode apresentar inclusive um comportamento absolutamente normal e até mesmo "amável" enquanto sóbrio, o que pode dificultar a decisão da parceiro em denunciá-lo.
cool


Violência e as doenças transmissíveis são as principais causas de morte prematura na humanidade desde tempos imemoriais, com os avanços da medicina, disponibilidade de água potável e melhorias da urbanização a redução das doenças infecciosas e parasitárias, tem voltado o foco da saúde pública para a ocorrência da violência. Contudo como observa Minayo e Souza [3] este é um fenômeno que requer a colaboração interdisciplinar e ação multiprofissional, sem invalidar o papel da epidemiologia para o dimensionamento e compreensão do problema alerta para os riscos de reducionismo e necessidade de uma ação pública.
Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Um estudo realizado em São Paulo [4] encontrou-se quanto à relação autor-vítima, que 1.496 (81,1%) agressões ocorreram entre casais, 213 (11,6%) entre pais/responsáveis e filhos, e 135 (7,3%) entre outros familiares. Esse mesmo estudo referindo-se acerca dos motivos da agressão, os chamados “desentendimentos domésticos” que se referem às discussões ligadas à convivência entre vítima e agressor (educação dos filhos; limpeza e organização da casa; divergência quanto à distribuição das tarefas domésticas) prevaleceram em todos os grupos, fato compreensível se for considerado que o lar foi o local de maior ocorrência das agressões. Para muitos autores, são os fatos corriqueiros e banais os responsáveis pela conversão de agressividade em agressão. Complementa ainda que o sentimento de posse do homem em relação à mulher e filhos, bem como a impunidade, são fatores que generalizam a violência.
Há quem afirme que em geral os homens que batem nas mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho. A cultura popular tanto propõe a proteção das mulheres (em mulher não se bate nem com uma flor) como estimula a agressão contra as mulheres (mulher gosta de apanhar) chegando a aceitar o homicídio destas em casos de adultério, em defesa da honra. Outra suposição é que a maioria dos casos de violência doméstica são classes financeiras mais baixas, a classe média e a alta também tem casos, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem e a sua família. Segundo Dias [5] o fenômeno ocorre em todas as classes porém mais visíveis entre os indivíduos com fracos recursos econômicos.
A violência praticada contra o homem também existe, mas o homem tende a esconder mais por vergonha. Pode ter como agente tanto a própria mulher quanto parentes ou amigos, convencidos a espancar ou humilhar o companheiro. Também existem casos em que o homem é pego de surpresa, por exemplo, enquanto dorme. Analisando os denominados crimes passionais a partir de notícias publicadas em jornais Noronha e Daltro [6]identificaram que estes representam 8,7% dos crimes noticiados e que destes 68% (51/75) o agressor era do sexo masculino (companheiro, ex-companheiro, noivo ou namorado) nos crimes ondea mulher é a agressora ressalta-se a circunstância de ser o resultado de uma série de agressões onde a mesma foi vítima

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

reipeito sobre a mulher

Vivemos tempos de luta entre classes sociais e igualdade entre os sexos, principalmente na questão trabalhista. É de conhecimento geral que homens e mulheres lutam por diversas questões de trabalho, desde igualdade de salários até mesmo posições no mercado de trabalho. Logo, nada disso é novidade.


O papel da mulher na atual sociedade já não é mais de cuidados domésticos e familiares. A mulher conquistou patamares mais altos nas empresas, conseguiu melhores salários e condições de trabalho e mais respeito quanto ao seu profissionalismo. Ainda que hajam muitos obstáculos a serem vencidos, como o constante assédio sexual, elas cada vez mais se destacam entre nós, homens.


A casa, a família, os filhos e os amigos já não se encontram mais nas obrigações e no topo da lista dos afazeres femininos. Hoje, assim como vem acontecendo de alguns anos para cá, a mulher consegue posições no mercado de trabalho e na sociedade como um todo que antes não conseguia, ao fazer uso de toda sua garra e coragem para enfrentar o preconceito pelo sexo, pelo porte físico e afins.


Porém, como o ser humano é falho em seus atos, existe um lado ruim em toda essa mudança. As mulheres não erraram em lutar por posições melhores no trabalho, igualdade de condições trabalhistas e por mais respeito da sociedade. Mas errou ao continuar sendo a melhor mãe submissa aos filhos, a mesma esposa com medo do marido e a mesma dona-de-casa sem visão do futuro. Muitas dessas respeitosas trabalhadoras não conseguem obter o mesmo respeito em casa que obtêm no trabalho: com isso temos os velhos problemas de violência doméstica. A grande dúvida é o motivo pela qual se deixaram levar pela situação. Uma vez conquistado o respeito devido das pessoas fora do ambiente do ambiente do lar, não existem razão para continuar com o mesmo comportamento submisso em casa.


Questões como essas também devem ser pensadas por aquelas que possuem problemas em seu relacionamento, pois muitas vezes perdemos hoje para ganharmos muito mais amanhã. Não que a vida seja como uma Bolsa de Valores, com seus altos e baixos, mas muitas vezes temos que sacrificar certas coisas em nossas vidas para termos espaço para novas, que ainda estão por entrar.


Em suma, não há razão para não respeitar as profissionais femininas, pois todo ser vivo merece ser tratado com respeito. O que existe são razões para se refletir, pois vale a pena lutar por igualdade e por mais consideração da sociedade, ainda que isso requeira sacrifícios.

politica no brasil

é so falar em politica no brasil que dá vontade de dar risada para não chorar com essas palhaçadas que acontecem todos que nós o povo brasileiro temos que ver na hora da eleição eles prometem tudo ai ganham a eleição eles começam a fazer novas taxas,juros para nós povo que acordar todo o dia cedo para trabalhar rala todos os dias para receber uma micharia que não dá nem pra pagar as contas ai eles pensam que aumentando 50reais no salario minimo que já diz tudo minimo,para finalizar temos que ter mais consiencia no nosso votoporque tem muito gente boa querendo ajudar o brasil mas não tem oportunidade para fazer o brasil ir para frente.